FILMES E BATE-PAPOS

 

Em sua 1ª edição a REAU promove duas sessões abertas. Dia 23 de abril, às 19 horas, no CCUFG, o documentário inédito em Goiás A PARTE DO MUNDO QUE ME PERTENCE, último filme de Marcos Pimentel (melhor longa da mostra NOVOS RUMOS - Festival do Rio 2017), que depois da exibição abre o microfone para um bate-papo com a plateia.

Dia 14 de maio, no mesmo horário e local, COMEBACK - prêmio de melhor direção e melhor filme pela crítica no FESTin–Lisboa, Portugal, protagonizado por Nelson Xavier – troféu de melhor ator no Festival do Rio 2016. Logo após, Erico também convida o público para uma conversa sobre o filme.

Todas as exibições são abertas ao público e totalmente gratuitas, ainda que sujeitas à lotação do espaço.

 
 

A Parte do Mundo que me Pertence

Brasil, 2017

Documentário

84 minutos

Documentário sobre sonhos e desejos de pessoas comuns. A vida cotidiana de diferentes personagens anônimos, que constroem suas histórias distantes dos tradicionais cartões-postais de uma cidade. Um filme sobre os combustíveis que nos movem diariamente: felicidade, reconhecimento, estabilidade financeira, casamento, distração, saúde, diversão, alguns quilos a menos, gozo, tranquilidade, superação, sucesso ou – até mesmo – uma simples e humilde pipa. Gente comum em busca de seus pequenos desejos cotidianos.

Uma obra sobre esferas privadas mínimas, que revela que parte da grandeza do ser humano reside nas sutilezas de seus pequenos gestos. Um olhar íntimo e comprometido com o que somos, de sol a sol, por trás das paredes e telhados de uma cidade.

 

"O itinerário de Marcos Pimentel evidencia uma progressão das palavras ao silêncio. De uma certa retórica sobre o mundo a algo que eu chamaria de contemplação seletiva. Do expositivo ao imersivo. Do “sobre” ao “em”. Assim se mede a integridade e a unidade de uma obra em constante evolução" - Carlos Alberto Mattos

Comeback

Brasil, 2017

Ficção

89 minutos

Aposentado da antiga carreira de pistoleiro, Amador (Nelson Xavier) leva uma vida solitária que nada se compara com os dias de perigo e, principalmente, de temor por parte das pessoas. Um dia, é procurado pelo neto de um antigo amigo, que deseja trabalhar com ele devido à sua fama. Amador logo o coloca como ajudante de sua atual atividade, o transporte de máquinas caça-níqueis para bares próximos, mas a falta de reconhecimento em relação ao que foi passa a incomodá-lo cada vez mais.

 

“Uma ousada e divertida homenagem ao faroeste.” - Hollywood Reporter

"O filme tem uma dimensão cinéfila ao dialogar com outros gêneros, felizmente sem se reduzir a eles. As referências ao faroeste estão claras nos planos gerais, na ambientação da história (...) O filme noir é outra referência na fotografia sombria, cuja paleta de cores é dominada por tons escuros, reforçando o suspense e principalmente a desolação do lugar." - Folha de São Paulo